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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Fim do Estudo dos Gambás





No dia 08/09/16 no Clube de Ciências nós saímos da escola para colarmos informativos sobre gambás nos pontos de ônibus próximos à escola. 

Nos informativos estava escrito: PROCURADO VIVO, ai logo embaixo o desenho de um gambá, da clubista Jéssica , e depois estava escrito: LADRÃO FEDORENTO. O informativo ainda falava um pouco sobre os gambás como:  seu nome científico (Didelphis sp.) e também que o gambá não perdoa nenhuma fruta dando sopa, ou seja, nenhuma fruta por ai.
Por fim, as pibidianas Morgana e Jéssica foram no mercado para comprar um lanchinho para nós, quando chegamos na escola fomos fazer um piquenique embaixo de uma árvore. 

Relato escrito pela clubista Maria Clara Odorizzi.






terça-feira, 30 de agosto de 2016

Estudando os Gambás

          No encontro do dia 04/08 estudamos sobre gambás, tivemos essa ideia de estudo por que em um outro encontro que estávamos estudando outra coisa nada relacionado a isso encontramos um gambá.
         Para completar o nosso estudo sobre esse animal chamamos o zelador da escola, pois ele já tinha visto o gambá outras vezes. A professora fez algumas perguntas pra ele, para nós descobrirmos se ele conhece os gambás, podemos dizer que o trabalho feito por um pibidiano foi apenas um reforço, o zelador sabia de tudo.
Conversa com o Zelador

Aprendemos que o gambá come de tudo.



          As fêmeas tem um tipo de uma bolsa na barriga onde ficam os seus filhotes quando pequenos, a fêmea pode ter entre 10 a 20 filhotes, o gambá é um animal mamífero, e que o fedor que ele solta é apenas um tipo de defesa, então com tudo isso e explicação dos pibidianos, professora e zelador, aprendemos que o animal não irá fazer nada de ruim para você, se você não fizer nada para ele. 


        Uma frase super legal que o zelador nos deu “Eu vivo aqui e ele lá, eu não faço mal pra ele, ele não faz a mim”. E então acabamos nosso encontro com um jogo.


Relato escrito pela Clubista Helena Korb.

Gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris)

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Visita à FURB

         No dia 14 de julho, último dia do clube antes do recesso escolar, os clubistas do turno matutino fizeram uma visita à FURB. Em sua visita conheceram diversos lugares na universidade e ainda aprenderam onde os cientistas trabalham dentro da instituição.
"Bom, hoje foi um especial, acordamos cedo para ir até a FURB conhecer várias coisas lá: como: laboratórios e salas... Conhecemos a biblioteca de lá, foi muito legal, mais tarde a Mayara nos preparou um lanche que estava ótimo (comemos muito), após o lanche abrimos as respostas das cartas que entregamos aos cientistas e eu descobri o meu cientista secreto, o nome dele é Sidney Stürmer, amamos todas as respostas.  Depois disso, recebemos lembranças como um livro, doces e outras coisas, tiramos fotos bem legais e o grupo se divertiu voltando para casa e assim foi nosso encontro. (Clubista Emanuelle Martins)"
Conhecendo a Biblioteca

Visitando o Laboratório de Taxidermia


Passando pelo Laboratório de Botânica

Lendo as cartas dos cientistas

quinta-feira, 23 de junho de 2016

VAMOS FAZER UM PUFF?

No encontro do dia 09 de junho confeccionamos puffs.

Iniciamos lavando as garrafas PETs para fazer nosso Puff, depois de todas as garrafas lavadas e quase secas, cada clubista pegou um par de garrafas para fazer um molde.
Quando todos os moldes estavam prontos, montamos os Puffs e com bastante fita enrolamos para não desmontar.




Em síntese segue o tutorial da confecção do puff:

1) Corte a parte superior da garrafa pet conforme a imagem abaixo.           
2) Como a intensão é reutilizar tudo sem deixar resíduo no meio ambiente, a parte da tampa não será desprezada. Você vai encaixá-la dentro da garrafa com a tampa virada para baixo colocando-a no fundo da garrafa.
3) Depois disso feito, coloque uma garrafa inteira (sem partir a parte superior) como se fosse encaixar essa garrafa dentro da outra. Depois do encaixe, passe a fita adesiva grossa para prender uma garrafa a outra.
4) Repite esse passo outras 15 vezes. Depois agrupe todos formando um quadrado conforme a imagem abaixo. Para segurar as garrafas e manter o formato do “quadrado” firme, não economize na fita adesiva grossa. Vai ser a fita que dará estabilidade ao pufe depois de pronto.
A base do puff está pronta! Agora por cima da base você deve colocar uma espuma, para ficar confortável para quem for sentar. A espuma pode ser fixada também com fita adesiva ou cola quente, se preferir. Depois é só encapá-lo. Existem várias possibilidades de capas como, por exemplo, de crochê e tecido. Esses materiais são bem confortáveis para o uso além de muito bonitos.



Clubista: Ana Júlia Raitz de Souza

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Descobrindo o que aconteceu com nosso plástico de leite: FUNGOS!

O plástico de leite que fizemos (confira aqui e também aqui) no Clube de Ciências pegou fungos!!!
Nossa clubista, Camillie Marcelle, fez um relato do que aconteceu no encontro do dia 12 de maio:


CONHECENDO MELHOR OS FUNGOS

O encontro de hoje foi muito legal, tivemos a presença do pesquisador Felipe Bittencourt, que falou sobre fungos. Ele levou alguns fungos, que observamos no microscópio.







Alguns tinham a forma de bolinhas, que são as leveduras, compostas por células e são mais comuns...


...já outros, tinham a forma de um galho de árvore, que são os filamentos. Ao contrário das leveduras, que são compostas por células, os filamentos são compostos por hifas.





O Felipe também passou slides com alguns fungos, sendo principalmente os cogumelos, um que me chamou bastante a atenção foi o fungo que cresce em insetos, um exemplo é o Ophiocordyceps sp., que cresce na formiga. Esse fungo cai na formiga e começa a crescer dentro dela, fazendo com que a mesma tenha comportamentos estranhos e assim as outras a expulsam do formigueiro. Ela fica andando pela floresta e quando sobe em uma árvore, ela morde uma folha, morre e o fungo toma conta dela.






Existem fungos de várias cores e alguns até parecem flores, eles se desenvolvem nos mais variados lugares, tanto em comida como roupas, nas casas, florestas, entre outros.

Todos gostaram muito e para finalizar, saímos pelo campo da escola para procurar fungos, o que mais achamos foi cogumelos, lembrando que alguns são comestíveis, mas não devemos comer qualquer um pois alguns são tóxicos, podendo levar a morte, o mais correto é comprar no mercado.











Existem muitos tipos de fungos, o exemplo de um é o véu de noiva, que aparece e desaparece em questão de horas. Esse encontro foi por causa do fungo que deu em nosso plástico orgânico. Enfim, o clube foi muito divertido. :)


Desenho da Clubista Camillie


quarta-feira, 8 de julho de 2015

Observando esponjas

Tivemos no clube uma atividade prática sobre observação de diferentes espécies de poríferos para observarmos a diversidade destes animais com o auxílio de uma lupa eletrônica.

O fotógrafo (Ana) não se acostumou com câmeras modernas e ainda pôs os dedos na lente, puxa vida!

Alguns dos exemplares de poríferos que foram visualizados

Ana Julia fazendo o registro.

Camillie fazendo o registro das esponjas que observou

Dentre os exemplares que foram levados ao clube, três foram selecionados para serem descritos e desenhados, afim de serem comparados.






O que observamos:

Cada uma tem um formato diferente.
Elas não tem cores vivas por causa do álcool utilizado para preservá-las.
Eu vi que tem centenas de poros que são pequenos buracos.
As características delas são diferentes:
1: É bem mole. A textura é molhada, parece uma espuma.
2: É igual a uma pedra. A textura dela é seca pois está fora do álcool.
3: Parece um chiclete. É macia.

Com esta prática percebemos que existem esponjas com diferentes morfologias e texturas,  características que diferenciam as espécies. Também observamos que existem diferentes meios de preservar as esponjas que podem ser em meio seco, ou líquido. O mais importante da prática foi aprender a observar e registrar, um dos métodos científicos utilizados para aqueles que estudam os poríferos.

Até mais!

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Experiência: tornado

No dia 20 de abril desse ano houve um evento natural diferenciado em Santa Catarina, na cidade de Xanxerê: um tornado.

Aproveitando as notícias que estavam passando na mídia naquela semana, fizemos uma experiência sobre o tornado para que os clubistas pudessem compreender a ciência por detrás do fenômeno.

Para a experiência utilizamos os seguintes materiais:
- 2 garrafas PET
- água
- fita veda-rosca
- papel picado

Como fazer:
Coloque a água em uma das garrafas junto com o papel picado. Agora o próximo passo é unir a boca de uma garrafa com a outra, utilizando a fita veda-rosca. Com a garrafa cheia de água para cima, gire-a de modo a passar o seu conteúdo para a garrafa de baixo. Como mostra a figura abaixo:



O que aconteceu?
"A água ficou girando como se fosse um tornado e os papéis também."

Você já viu algo sobre o que aconteceu no experimento?
"Sim, em Xanxerê. Ouvi na TV."

Você sabe qual a diferença entre furacão, tornado e ciclone?



Espero que você tenha gostado. Até o próximo post! :)

quinta-feira, 30 de abril de 2015

O que são esponjas?

Os poríferos ou esponjas são organismos simples. Não possuem órgãos ou sistemas e pertencem ao reino Animalia. 
Esponjas são animais aquáticos, podendo ser de água doce ou salgada. Sim animais, podem ser muito confundidos com algas ou  plantas aquáticas.
Em geral formam moradia fixadas em rochas  em que possam estabelecer  sua colônia, sendo elas de  cores, tamanhos e formas diferentes.
Hoje em dia as esponjas utilizadas para banho são sintéticas, todavia, no passado, era usado o esqueleto das esponjas marinhas, para o banho ou para a limpeza da casa.
Por serem organismos simples, não possuem sistema digestor ou qualquer coisa do gênero. Por isso, alimentam-se pela filtração da água, bombeando a mesma através das paredes do corpo e retendo as partículas de alimento nas células.


 
Texto feito por Manuela de Deus, 9º ano A.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Cientista: Maria Salomea Sklodowska

Marie, no laboratório

Maria nasceu na Polônia, em 1867. Desde criança já se interessava muito pela ciência, pois seu pai era professor de matemática e física.

Com 15 anos era a primeira da turma e saiu do ensino médio. Ela queria estudar matemática e ciências e fazer experimentos em laboratório, mas sua família era pobre. Por causa disso, aos 16 anos saiu de casa e começou a trabalhar.

Em 1891 foi para Paris e se formou em matemática e física e começou a procurar emprego na área. Foi então que ela visitou o laboratório de um francês chamado Pierre Curie. Eles começaram a trabalhar juntos e acabaram se casando em 1895.

Depois de casada Maria começou a ser chamada de Marie Sklodowska Curie. Pierre faleceu em 1906 e depois disso ela nunca mais se casou.

Quanto a suas descobertas científicas: junto com seu marido, Marie pesquisava elementos que emitiam radiação e descobriu dois elementos químicos novos para a ciência, o polônio e o rádio e por causa disso, foi a primeira mulher a ganhar o prêmio nobel!



Texto e desenho de Camillie M. Oliveira, 7° ano A