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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Construção de um Vulcão

          O tema atual de investigação do Clube de Ciências matutino, são os Fenômenos Naturais. Então construímos nosso próprio vulcão, para podermos entender mais sobre o vulcanismo.

            Para você montar seu vulcão você vai precisar de: 3kg de argila que você pode comprar em qualquer floricultura; um suporte de madeira ou papelão para moldar o seu vulcão em cima dele; tintas guache para colorir seu vulcão; corante alimentício na cor vermelha; vinagredetergente; e bicarbonato de sódio

Montando o vulcão:

  • Primeiro você irá cortar o suporte no tamanho desejado (aconselhamos ter uma medida mínima de 30cm X 30cm);
  • Segundo você irá moldar, em cima do suporte, e montar seu vulcão utilizando a argila (é bom começar pela base e depois ir moldando a forma do vulcão);
  • Terceiro deixe-o secando por no mínimo um dia;
  • Após seu vulcão estar seco chegou a hora de pintá-lo, você pode utilizar as cores que quiser, e deixe-o secando novamente;
  • Após a tintar estar totalmente seca, chegou a hora da experiência, você irá precisar colocar duas colher de sopa bem cheias de bicarbonato de sódio dentro de seu vulcão;
  • Depois disso, encha um copo com cerca de meio copo de vinagre, com um fio de detergente e algumas gotas de corante vermelho e derrame dentro do vulcão, onde já continha o bicarbonato de sódio.


E então espere a ciência acontecer conforme o vídeo abaixo:



segunda-feira, 25 de julho de 2016

Encontros com Mayara

      Recebemos nos encontros do clube matutino a mestranda Mayara (FURB), que  através da leitura de diários de Fritz Müller, Fritz Plaumann e Lúcia Sevegnani, bem como a realização de experiências e etapas de observação contribuiu para que os clubistas compreendessem sobre ciência e o trabalho de cientistas em nossa sociedade.
“A Mayara nos trouxe um presente que era um livro para cada um foi muito legal, pois ele é divertido e fala sobre Fritz Muller e o Fritz Plaumann, mas ele tá mais para um diário falando deles.” (Clubista Emanuelle)

Livro sobre Fritz Müller
“Fizemos a decoração de uma caixa de sementes, após isso fomos fazer uma pesquisa com vários tipos de formigas Mayara nos deu um guardanapo com um pouco de sardinha era bem forte e que acaba atraindo as formigas. Depois que colocamos os guardanapos em alguns lugares e fomos para o intervalo. Quando voltamos os guardanapos estavam cheios de formigas. Então calculamos quantos centímetros nossas formigas andaram, quantos segundos demoraram para andar foi bem legal.” (Clubista Ana Clara)

Materiais necessários para a experiência com as formigas

quinta-feira, 12 de maio de 2016

O RESULTADO DAS EXPERIÊNCIAS

Estão curiosos para saber se realmente é possível fazer plástico de batatas e do leite? 
Então vamos aos resultados!!!



Vejam como o plástico feito de batata ficou legal! Ficou bem fininho e maleável. Todos aprovaram esse plástico biodegradável!


Vish! O que aconteceu com nosso plástico feito de leite? Parece que foi colonizado por algum microorganismo... aguardem as próximas postagens para descobrir o que aconteceu aqui!
Apesar dessa peça maior ter sido afetada, as peças menores deram certo. Elas ficaram bem legais e resistentes, até pisamos em cima para testar quanto tempo demoraria pra quebrar...e não é que demorou um monte?

E relembrando, os plásticos que fizemos em nossos experimentos são biodegradáveis, ou ou seja, fungos e bactérias por exemplo, podem degradar esse tipo de material, assim ele não fica por tantos anos na natureza.
E falando sobre isso, já assistiram a reportagem " Sopa Plástica: o Lixão do Pacífico"? É um vídeo bem legal falando sobre os estragos que o plástico traz para o meio ambiente, exemplificando com o efeito do descarte incorreto que afeta os oceanos. 

Para entender melhor sobre a degradação do plástico começamos a fazer um experimento: enterramos alguns pedacinhos dos plásticos que fizemos a partir da batata e do leite, um plástico de bala, um pedaço de um pacote e um pedaço de papel e um de PET. No dia 02 de junho iremos olhar como está o processo de degradação dos nossos materiais, acompanhe nosso blog para ver esses resultados!


Ao final do nosso encontro, os clubistas foram informados de que haveria uma nova pibidiana no grupo e eles foram desafiados a adivinhar o seu nome e como ela é. Será que eles acertaram??


quinta-feira, 5 de maio de 2016

Experiências: Fazendo plástico!

O clube do dia 14 de abril foi um encontro diferente, fizemos dois experimentos muito interessante: plástico de batata e plástico de leite! Segue agora os materiais e métodos que utilizamos, que pegamos de um site muito interessante, o Manual do Mundo, confira aqui!


Plástico de Leite

Materiais:
  • 2 litros de leite
  • um pouco de vinagre de champanhe (até aparecer o "coalhado" do leite)
  • panela (para esquentar o leite)
  • um recipiente de vidro
  • um misturador (pode ser uma colher)
  • um pedaço de pano (velhinho, porque ele vai ficar fedido!)
Procedimentos:

Primeiramente, deve-se esquentar o leite em uma temperatura que não ferva;

Colocar o vinagre até perceber que cria o soro do leite;


Filtrar no pano até acabar de sair o líquido e então moldar.



Plástico de Batata

Materiais:
  • 8 batatas
  • 8 colheres de vinagre
  • 8 colheres de glicerina
  • Água
  • Corante
  • Liquidificador
  • Peneira fininha
Procedimentos:

Primeiramente, picar as batas e bater no liquidificador com água;


Coar a mistura, colocar água e deixar descansar por cerca de 20 minutos;

No fundo do recipiente ficará uma substância branca, e é isso que precisamos utilizar;

Colocar no fogo, quando virar uma "geleca" tirar e colocar em uma vasilha.



Aguardar por uma ou duas semanas e tchran, o plático está pronto!

Os nossos plásticos são biodegradáveis e, ao contrário dos comuns, permanece por pouco tempo na natureza, uma vez que os fungos e as bactérias ficam encarregados de "comer" e eliminar todo o material.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Projeto Sabão!

No dia 29 de outubro foi iniciado um novo projeto no Clube de Ciências Girassol, foi  questionado aos clubistas sobre o sabão, se eles sabiam do que é feito, porque limpa, como funciona, que tipos de sabão existem (como o sabão em pó e sabonete), se seus componentes são diferentes, entre outras perguntas. Foi concluído que o sabão limpa e que é um tensoativo. Também foi esclarecido cada tipo de sabão – sabão em pó, sabonete, detergente e sabão em barra – seus componentes, qual dá mais espuma, qual limpa melhor e qual polui menos o meio ambiente.


Foi feito uma amostra no dia 05 de novembro mas como em todo experimento científico nem sempre sai como esperamos e a receita não teve o resultado desejado mas nos ensinou a tentar novamente, trocamos também um dos ingredientes e na outra tentativa sai ótimo e com o resultado esperado.
A receita usada foi: Receita de sabão com sabão em pó

4 litros de óleo vegetal pós-consumo
2 litros de água
½ copo de sabão em pó – utilizamos um copo de 200 ml
1 quilo de soda cáustica (NaOH)
5 ml essência de óleo aromático
Bacia de plástico para misturar os ingredientes
Colher longa ou pá de madeira
formas para colocar o sabão para secar e dar forma
Produtos usados no primeira amostra
Produto final sem o resultado esperado
 Dia 19 de novembro foi refeito a mesma receita e teve o resultado esperado, foi armazenado em vasilhas e potes plástico para secagem e posteriormente embalagem para serem presenteados as pessoas que nos acompanham o semestre inteiro nos apoiando.
Potes para armazenar o sabão pronto

Etapa de misturar os ingredientes,fica quente sem usar fogo

Filtrando o óleo usado

Filtrando o óleo

Sabão no ponto, ficou ótimo!

Sabão sendo armazenado nos potes para secagem
Por fim mas não menos importante , no dia 26 de novembro foi o momento de embalar o sabão feito pelo clube mas com a ajuda do PIBID de Letras para preparar as etiquetas , ficou show!


Sabão embalado!

Entregando o sabão
Clube orgulhoso do trabalho concluído com sucesso!



terça-feira, 22 de setembro de 2015

Experiência: Fluido Não-Newtonianos

No dia 10 de setembro realizamos um experimento sobre a Lei Newtoniana.

Utilizando maisena, água e corante alimentício, foi possível observar que ao submeter a substância a pressão exercida por um tapa ou um soco, as partículas se unem, possibilitando o aspecto de um sólido. Já se colocarmos apenas alguns dedos o aspecto é de um líquido.


Em breve postaremos as imagens =P

Até o próximo post ☻

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Experiência: Foguete na garrafa

No dia 13 de agosto, com o auxilio dos Pibidianos, os clubistas confeccionaram um foguete.

Materiais necessários: garrafa PET, cartolina, rolha, linha, papel higiênico, bicarbonato de sódio e vinagre.

Fomos para o campo da escola fazer as reações.  Enrolamos no papel higiênico o bicarbonato de sódio e amarramos com linha. Dentro da garrafa colocamos vinagre e o papel enrolado sem encostar nele. Fechamos com a rolha, agitamos e saímos correndo de perto.

O contato do vinagre com o bicarbonato de sódio fez com que o foguete subisse. Foi muito divertido!







quarta-feira, 8 de julho de 2015

Observando esponjas

Tivemos no clube uma atividade prática sobre observação de diferentes espécies de poríferos para observarmos a diversidade destes animais com o auxílio de uma lupa eletrônica.

O fotógrafo (Ana) não se acostumou com câmeras modernas e ainda pôs os dedos na lente, puxa vida!

Alguns dos exemplares de poríferos que foram visualizados

Ana Julia fazendo o registro.

Camillie fazendo o registro das esponjas que observou

Dentre os exemplares que foram levados ao clube, três foram selecionados para serem descritos e desenhados, afim de serem comparados.






O que observamos:

Cada uma tem um formato diferente.
Elas não tem cores vivas por causa do álcool utilizado para preservá-las.
Eu vi que tem centenas de poros que são pequenos buracos.
As características delas são diferentes:
1: É bem mole. A textura é molhada, parece uma espuma.
2: É igual a uma pedra. A textura dela é seca pois está fora do álcool.
3: Parece um chiclete. É macia.

Com esta prática percebemos que existem esponjas com diferentes morfologias e texturas,  características que diferenciam as espécies. Também observamos que existem diferentes meios de preservar as esponjas que podem ser em meio seco, ou líquido. O mais importante da prática foi aprender a observar e registrar, um dos métodos científicos utilizados para aqueles que estudam os poríferos.

Até mais!

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Experiência: tornado

No dia 20 de abril desse ano houve um evento natural diferenciado em Santa Catarina, na cidade de Xanxerê: um tornado.

Aproveitando as notícias que estavam passando na mídia naquela semana, fizemos uma experiência sobre o tornado para que os clubistas pudessem compreender a ciência por detrás do fenômeno.

Para a experiência utilizamos os seguintes materiais:
- 2 garrafas PET
- água
- fita veda-rosca
- papel picado

Como fazer:
Coloque a água em uma das garrafas junto com o papel picado. Agora o próximo passo é unir a boca de uma garrafa com a outra, utilizando a fita veda-rosca. Com a garrafa cheia de água para cima, gire-a de modo a passar o seu conteúdo para a garrafa de baixo. Como mostra a figura abaixo:



O que aconteceu?
"A água ficou girando como se fosse um tornado e os papéis também."

Você já viu algo sobre o que aconteceu no experimento?
"Sim, em Xanxerê. Ouvi na TV."

Você sabe qual a diferença entre furacão, tornado e ciclone?



Espero que você tenha gostado. Até o próximo post! :)

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Experiência: como as esponjas comem?

Semana passada trabalhamos com o tema esponjas, mas não coube tanta atividade feita num só dia em um post só, ficaria muito comprido.

Deixando de lado as justificativas das postagens, vamos aos fatos que interessam: que experiência é essa? Como é que faz? Caro leitor, te conto a seguir.

Materiais necessários:

*Uma bacia
*Uma esponja (pode ser de louça ou de banho)
*Um jarro
*Água
*Pó de café
*Colher

Como se faz: primeiro você mistura o pó de café com a água dentro do jarro, mexendo com a colher. Em seguida você joga essa mistura em cima da esponja para ver o que acontece. Utilize a bacia embaixo do local onde você vai fazer isso, ela serve pra não fazer lambança. Ó a foto, ela explica bem:

Percebam que não fizemos nossa mistura com uma colher, mas improvisamos com um pincel.

Resultados: a água passa pela esponja, mas o pó de café não.

Reflexões: do mesmo modo que a esponja de louça filtrou os grânulos de pó de café que eram muito grandes, uma esponja animal também irá filtrar as partículas de alimento presentes na água, deixando que passem apenas as partículas menores.

Espero que você tenha gostado. Até!