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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Descobrindo o que aconteceu com nosso plástico de leite: FUNGOS!

O plástico de leite que fizemos (confira aqui e também aqui) no Clube de Ciências pegou fungos!!!
Nossa clubista, Camillie Marcelle, fez um relato do que aconteceu no encontro do dia 12 de maio:


CONHECENDO MELHOR OS FUNGOS

O encontro de hoje foi muito legal, tivemos a presença do pesquisador Felipe Bittencourt, que falou sobre fungos. Ele levou alguns fungos, que observamos no microscópio.







Alguns tinham a forma de bolinhas, que são as leveduras, compostas por células e são mais comuns...


...já outros, tinham a forma de um galho de árvore, que são os filamentos. Ao contrário das leveduras, que são compostas por células, os filamentos são compostos por hifas.





O Felipe também passou slides com alguns fungos, sendo principalmente os cogumelos, um que me chamou bastante a atenção foi o fungo que cresce em insetos, um exemplo é o Ophiocordyceps sp., que cresce na formiga. Esse fungo cai na formiga e começa a crescer dentro dela, fazendo com que a mesma tenha comportamentos estranhos e assim as outras a expulsam do formigueiro. Ela fica andando pela floresta e quando sobe em uma árvore, ela morde uma folha, morre e o fungo toma conta dela.






Existem fungos de várias cores e alguns até parecem flores, eles se desenvolvem nos mais variados lugares, tanto em comida como roupas, nas casas, florestas, entre outros.

Todos gostaram muito e para finalizar, saímos pelo campo da escola para procurar fungos, o que mais achamos foi cogumelos, lembrando que alguns são comestíveis, mas não devemos comer qualquer um pois alguns são tóxicos, podendo levar a morte, o mais correto é comprar no mercado.











Existem muitos tipos de fungos, o exemplo de um é o véu de noiva, que aparece e desaparece em questão de horas. Esse encontro foi por causa do fungo que deu em nosso plástico orgânico. Enfim, o clube foi muito divertido. :)


Desenho da Clubista Camillie


quinta-feira, 12 de maio de 2016

O RESULTADO DAS EXPERIÊNCIAS

Estão curiosos para saber se realmente é possível fazer plástico de batatas e do leite? 
Então vamos aos resultados!!!



Vejam como o plástico feito de batata ficou legal! Ficou bem fininho e maleável. Todos aprovaram esse plástico biodegradável!


Vish! O que aconteceu com nosso plástico feito de leite? Parece que foi colonizado por algum microorganismo... aguardem as próximas postagens para descobrir o que aconteceu aqui!
Apesar dessa peça maior ter sido afetada, as peças menores deram certo. Elas ficaram bem legais e resistentes, até pisamos em cima para testar quanto tempo demoraria pra quebrar...e não é que demorou um monte?

E relembrando, os plásticos que fizemos em nossos experimentos são biodegradáveis, ou ou seja, fungos e bactérias por exemplo, podem degradar esse tipo de material, assim ele não fica por tantos anos na natureza.
E falando sobre isso, já assistiram a reportagem " Sopa Plástica: o Lixão do Pacífico"? É um vídeo bem legal falando sobre os estragos que o plástico traz para o meio ambiente, exemplificando com o efeito do descarte incorreto que afeta os oceanos. 

Para entender melhor sobre a degradação do plástico começamos a fazer um experimento: enterramos alguns pedacinhos dos plásticos que fizemos a partir da batata e do leite, um plástico de bala, um pedaço de um pacote e um pedaço de papel e um de PET. No dia 02 de junho iremos olhar como está o processo de degradação dos nossos materiais, acompanhe nosso blog para ver esses resultados!


Ao final do nosso encontro, os clubistas foram informados de que haveria uma nova pibidiana no grupo e eles foram desafiados a adivinhar o seu nome e como ela é. Será que eles acertaram??


quinta-feira, 5 de maio de 2016

Experiências: Fazendo plástico!

O clube do dia 14 de abril foi um encontro diferente, fizemos dois experimentos muito interessante: plástico de batata e plástico de leite! Segue agora os materiais e métodos que utilizamos, que pegamos de um site muito interessante, o Manual do Mundo, confira aqui!


Plástico de Leite

Materiais:
  • 2 litros de leite
  • um pouco de vinagre de champanhe (até aparecer o "coalhado" do leite)
  • panela (para esquentar o leite)
  • um recipiente de vidro
  • um misturador (pode ser uma colher)
  • um pedaço de pano (velhinho, porque ele vai ficar fedido!)
Procedimentos:

Primeiramente, deve-se esquentar o leite em uma temperatura que não ferva;

Colocar o vinagre até perceber que cria o soro do leite;


Filtrar no pano até acabar de sair o líquido e então moldar.



Plástico de Batata

Materiais:
  • 8 batatas
  • 8 colheres de vinagre
  • 8 colheres de glicerina
  • Água
  • Corante
  • Liquidificador
  • Peneira fininha
Procedimentos:

Primeiramente, picar as batas e bater no liquidificador com água;


Coar a mistura, colocar água e deixar descansar por cerca de 20 minutos;

No fundo do recipiente ficará uma substância branca, e é isso que precisamos utilizar;

Colocar no fogo, quando virar uma "geleca" tirar e colocar em uma vasilha.



Aguardar por uma ou duas semanas e tchran, o plático está pronto!

Os nossos plásticos são biodegradáveis e, ao contrário dos comuns, permanece por pouco tempo na natureza, uma vez que os fungos e as bactérias ficam encarregados de "comer" e eliminar todo o material.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Projeto Sabão!

No dia 29 de outubro foi iniciado um novo projeto no Clube de Ciências Girassol, foi  questionado aos clubistas sobre o sabão, se eles sabiam do que é feito, porque limpa, como funciona, que tipos de sabão existem (como o sabão em pó e sabonete), se seus componentes são diferentes, entre outras perguntas. Foi concluído que o sabão limpa e que é um tensoativo. Também foi esclarecido cada tipo de sabão – sabão em pó, sabonete, detergente e sabão em barra – seus componentes, qual dá mais espuma, qual limpa melhor e qual polui menos o meio ambiente.


Foi feito uma amostra no dia 05 de novembro mas como em todo experimento científico nem sempre sai como esperamos e a receita não teve o resultado desejado mas nos ensinou a tentar novamente, trocamos também um dos ingredientes e na outra tentativa sai ótimo e com o resultado esperado.
A receita usada foi: Receita de sabão com sabão em pó

4 litros de óleo vegetal pós-consumo
2 litros de água
½ copo de sabão em pó – utilizamos um copo de 200 ml
1 quilo de soda cáustica (NaOH)
5 ml essência de óleo aromático
Bacia de plástico para misturar os ingredientes
Colher longa ou pá de madeira
formas para colocar o sabão para secar e dar forma
Produtos usados no primeira amostra
Produto final sem o resultado esperado
 Dia 19 de novembro foi refeito a mesma receita e teve o resultado esperado, foi armazenado em vasilhas e potes plástico para secagem e posteriormente embalagem para serem presenteados as pessoas que nos acompanham o semestre inteiro nos apoiando.
Potes para armazenar o sabão pronto

Etapa de misturar os ingredientes,fica quente sem usar fogo

Filtrando o óleo usado

Filtrando o óleo

Sabão no ponto, ficou ótimo!

Sabão sendo armazenado nos potes para secagem
Por fim mas não menos importante , no dia 26 de novembro foi o momento de embalar o sabão feito pelo clube mas com a ajuda do PIBID de Letras para preparar as etiquetas , ficou show!


Sabão embalado!

Entregando o sabão
Clube orgulhoso do trabalho concluído com sucesso!



quarta-feira, 8 de julho de 2015

Observando esponjas

Tivemos no clube uma atividade prática sobre observação de diferentes espécies de poríferos para observarmos a diversidade destes animais com o auxílio de uma lupa eletrônica.

O fotógrafo (Ana) não se acostumou com câmeras modernas e ainda pôs os dedos na lente, puxa vida!

Alguns dos exemplares de poríferos que foram visualizados

Ana Julia fazendo o registro.

Camillie fazendo o registro das esponjas que observou

Dentre os exemplares que foram levados ao clube, três foram selecionados para serem descritos e desenhados, afim de serem comparados.






O que observamos:

Cada uma tem um formato diferente.
Elas não tem cores vivas por causa do álcool utilizado para preservá-las.
Eu vi que tem centenas de poros que são pequenos buracos.
As características delas são diferentes:
1: É bem mole. A textura é molhada, parece uma espuma.
2: É igual a uma pedra. A textura dela é seca pois está fora do álcool.
3: Parece um chiclete. É macia.

Com esta prática percebemos que existem esponjas com diferentes morfologias e texturas,  características que diferenciam as espécies. Também observamos que existem diferentes meios de preservar as esponjas que podem ser em meio seco, ou líquido. O mais importante da prática foi aprender a observar e registrar, um dos métodos científicos utilizados para aqueles que estudam os poríferos.

Até mais!